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13.11.13

ACADEMIA NAVAL DE ANNAPOLIS

Esses dias pra trás eu tive a oportunidade de visitar a Academia Nava de Annapolis, que fica no estado de Maryland.

Quando eu cheguei aqui, eu fui em um baile nessa mesma academia, e no dia seguinte eu e outras au pairs tivemos um pequeno tour da Academia. O lugar é lindo, muito verde, muitos prédios lindos, muita história e muita tradição.

E desde então eu quis voltar, mesmo porque eu não tirei muitas fotos da outra vez. 

Então Chris e eu saímos aqui de casa um dia e fomos pra Annapolis.


E passamos o dia passeando pela Academia.



Tirando foto e falando de tudo e de nada.



Uma mistura interessante de moderno e antigo. 




Um dos meus lugares favoritos da Academia, no entanto, é a capela. Desde que eu fui lá quase 10 anos atrás, eu sempre penso nessa capela. 



Acho que passamos a maior parte da nossa visita aqui dentro {mesmo porque estava um ventinho frio lá fora...}



E cá entre nós, os mocinhos bonitinhos de uniforme são só um bônus!!!

{fotos via 1/c Kellie Hall}

Pra saber mais:

9.3.13

SNOWSHOE

Bom dia amigos da Rede Globo!

Tudo bem? 

Por aqui tá frio. Tivemos uma nevasca das boas na quarta-feira. Nevou o dia todo. Aí de noite, parou de nevar, começou a chover, e a neve começou a derreter. Nem deu tempo de tirar fotos. 

Mas tudo bem. Porque no fim de semana passado Chris e eu fomos para as montanhas, onde tinha mais neve ainda. Sério. Nevou os três dias que nós ficamos lá. 

Sexta-feira passada, assim que eu cheguei do serviço, nós saímos daqui com destino à Snowshoe, na Virgínia Ocidental. São 4 horas de carro. O que a gente não sabia é que a estrada passa pelas montanhas. Ladeira acima, ladeira abaixo. Estradinha pequena. E pra piorar um pouquinho, de noite, e na neve. E celular sem recepção.

Sentiram o drama?

Mas chegamos bem, e agora é só aproveitar. Nós ficamos em uma pousada dentro de um resort, o Snowshoe.


No sábado nós fomos passear na parte principal do resort. Se o resort fosse uma cidade, nós fomos passear no centro. Lindo de morrer. Tudo coberto de neve, no alto da montanha. Tudo num estilo rústico-elegante, se é que isso é estilo. 



Gente, mas um frio... um vento, neve por todos os lados... as coitadas das árvores e os arbustos todos congelados. Mas uma beleza. 




Nós andamos por aqui e por ali, demos uma olhada no povo esquiando, e entramos em algumas lojas {tudo caro demais da conta!}


Almoçamos por aqui mesmo, e voltamos pra pousada pra esquentar um pouco.

De tarde nós fomos para outra parte do resort pra irmos snowtubing {isnoutubim}. Que é praticamente descer uma ladeira numa bóia. Sabe aquelas câmaras de pneu? Justo. Lógico, que mais sofisticado. Mais reforçado. 


Nós adoramos. Chris, então, ama de paixão. 

A operação é o seguinte:
1. Pegue sua bóia:


2. Entre na fila:


3. Engate sua bóia nessa "esteira" que vai te levar lá pra cima:


4. Escolha sua fila e espere sua vez:



5. Ponha a bóia no chão, e se jogue:


6. Desça a ladeira gritando igual criança e, no nosso caso,  morrendo de rir um do outro.


Nós provavelmente descemos essa ladeira umas 25 vezes. Mais ou menos. Eita trem bão!!! 

Pra ver mais fotos, clique aqui.

E se quiser conhecer um pouquinho mais do resort {vai que você fique morrendo de vontade de ir snowtubing que nem eu?} é só dar uma olhadinha no site deles:

3.1.13

ROCKPORT E GLOUCESTER E FILMES

A última viagem que Chris e eu fizemos em 2012 foi para Rockport, no estado de Massachusetts. Rockport é uma cidadezinha bem pequena, que fica a 1 hora de Boston.

E por que nós fomos pra lá, você está se perguntando?

Bem, amigos da Rede Globo. Um dos nossos filmes favoritos é "A proposta", com Sandra Bullock e Ryan Reynolds. A maior parte do filme se passa em uma cidade chamada Sitka, que fica no Alaska. Eu acho que ninguém quis ir até o Alaska, então eles filmaram o filme na cidade de Rockport, que é bem mais perto de tudo. Aí eles só tiveram que fazer de conta que Rockport ficava no Alaska, com algumas montanhas e um pouco de neve digitais, e pronto!!!

Mas então. Nós adoramos o filme {mas se você perguntar pro Chris, ele vai negar até sob tortura}. E um dia, enquanto estávamos assistindo ao filme pela miléssima vez, eu me apaixonei por um barracão {por falta de uma palavra melhor}.

Quer ver a Sandra Bullock pertinho do barracão?
via aceshowbiz {com legendas minhas}

O nome oficial do barracão é Motif #1, ou Motivo Número 1, porque é o prédio mais pintado e desenhado dos EUA. Tem base? Um barracão, que está cheio de tralha e coisas de pescaria {eu sei porque eu olhei pela janelinha}, é o prédio mais pintado.  Vai entender...

De qualquer forma, eu me apaixonei pelo barracão e quis ir conhecer pessoalmente. 

Então colocamos a Maggie em um hotelzinho {porque a nossa pousada não aceitava animais; boo!}, pegamos um avião até Boston, e de lá pegamos um trem até Rockport. 

A cidade é uma gracinha. Se bem que cidade é bondade minha. Uma vila. Charmosinha, mas vila. Nós fomos em novembro, fora de temporada. O lugar estava vazio. As lojas fecham as 6 da tarde, às vezes às 4. Muitas lojas já estavam fechadas para o inverno, e só iriam abrir de novo em maio {!!}.

Nós ficamos hospedados na 7 South Street Inn, que é uma pousadinha histórica. Por aqui nós chamamos de B&B, bed & breakfast {ou seja, cama e café da manhã}, porque é isso que está incluído na diária: seu quarto e o café da manhã. Uma gracinha. A casa foi construída em 1800-e alguma coisa... O nosso quarto era lindo, todo em tons de azul e marfim, bem aconchegante.

Mas minúsculo. 

Chegamos na tarde de sexta, e como tudo já estava fechado {ou fechando} decidimos explorar tudo no dia seguinte.

Na pousada, ficamos sabendo que pertinho de Rockport ficava uma cidade {vila} maior, que também valia a pena ser explorada. Gloucester {leia-se Glóster}. E Gloucester foi onde foi filmado outro filme, "Mar em fúria", com o lindo do George Clooney {pausa para suspiro...} 

Pegamos um ônibus que nos deixou em Gloucester pela manhã. De lá nós passeamos pelo centro da cidade {que é uma gracinha} e fomos passear pela orla, e ver o mar, e alguns monumentos erguidos em homenagem aos pescadores:
Memorial aos Pescadores de Gloucester


Estão vendo esses nomes aí em baixo? São os nomes de todos os pescadores que morreram no mar desde 1800 e pouco. Tem ano que não tem fatalidade nenhuma. Mas aí tem outros que têm mais de 30. Às vezes, 7 ou 8 pessoas da mesma família faleceram em um ano só.

E engraçado também notar que, com o passar dos anos e com o avanço tecnológico, menos pescadores perderam a vida no mar.

Este daqui é o memorial para as mulheres dos pescadores. O que mais me chamou a atenção nessa estátua é o rosto da mulher. Dá pra ver a preocupação e dor no rosto dela, e é interessante quando você compara com os rostos das crianças, alegres, já que ainda não entendem o tanto que é perigoso sair para o mar:






De tarde, exploramos Rockport, e eu finalmente fui ver meu barracão de perto. E lá eu me apaixonei de novo. 

Pela simplicidade:


Pela tinta velha e descascada:

Pelas canoas amarradas:

Pelas bóias velhas:

Pelas armadilhas para lagosta:

E pelo mar:

Mais tarde, voltamos para a pousada, e Chris resolveu tirar uma soneca. Eu saí explorando, e cheguei em um lugar chamado Descanso de Caleb. E tirei muitas fotos. 

A maré já estava alta, então não pude ir na praia. Eu bem que tentei, mas estão vendo essa parte mais escura, antes das pedras, aí na foto? Tudo alga. Eu tentei atravessar, mas era tão esponjoso, e estranho, que eu fiquei com medinho {e nojinho} e me contentei em tirar fotos de longe mesmo.




Depois que voltei pra pousada, Chris e eu pegamos o filme {A proposta, lembra?} emprestado com o gerente, e assistimos no nosso quarto. É engraçado ver uma coisa na TV e depois sair na rua e ver a mesma coisa ao vivo!!!

No dia seguinte voltamos para casa. Fim. 

Ah, e pegamos a Maggie no hotelzinho. Já estava mortinha de saudade dela!

Para mais fotos, clique aqui.

2.3.11

CHARLESTON, CHARLESTON: DIA 2

Último dia em Charleston! Na agenda: Angel Oak, um tour da cidade de ônibus, e uma caça ao tesouro. 

Bem, a caça ao tesouro até que estava programada pra tarde. Infelizmente, Chris ainda estava se sentindo meio doente. Mas isso é assunto pra daqui a pouco.

De manhã fomos para a primeira atração do dia: Angel Oak, ou Carvalho Anjo. Esse carvalho tem quase 20 metros de altura, quase 8 metros de circunferência, e o maior galho tem um comprimento de 27 metros! A idade aproximada dessa belezinha é de 1500 anos. Tem base? A melhor parte? A família interia pode ir ver essa maravilha, espia:

Depois do Angel Oak, fomos para o centro de Charleston. O nosso tour estava marcado para o meio dia, então tiramos um tempinho para andar pela cidade, principalmente o Mercado.

Gente, cada coisa mais linda do que a outra. E eu não comprei nadinha. Para quem está se perguntando como eu consegui essa façanha, fácil: tudo era muito caro. Por exemplo: eu gostei dessas cestinhas feitas com uma fibra nativa da Carolina do Sul. Achei que seria uma linda lembrancinha. Mas quando eu vi o preço, quase cai de costas! A menorzinha delas custava $30.00!!!! Depois que eu vi o preço, nem me atrevi a perguntar o preço de mais nada. Mas que eu queria um de cada, isso eu queria.

Passando para o tour. Entramos no ônibus {e sim, Maggie entrou também}, e lá fomos nos pelas ruas de Charleston. Passamos por pontos turísticos, por casas lindíssimas {aliás, quando eu crescer eu quero morar em uma delas}, e até passamos pelo local onde o "Charleston, só quem dança sabe o que é bom" nasceu. 






Paramos na pontinha da península para apreciar a vista, e para ouvir histórias sobre o tempo dos piratas. Sabiam que o pirata Barba Negra andou por aqui? Pois é!



Já de volta no ônibus, passamos por mais casas lindíssimas, e por uma rua chamada Alameda Arco Íris, porque todas as casas são pintadas em cores diferentes. Mais alguns pontos turisticos, e fim.


Hora de almoço. Fomos para a East Bay Deli. Comida boa... a melhor parte é que Maggie pode se sentar com a gente em uma mesa do lado de fora. Depois do almoço, nós iríamos andar mais um pouco e ir a nossa caça ao tesouro. Mas como Chris ainda estava se sentindo mal, voltamos para o hotel para mais uma soneca. Nem precisa dizer que a Maggie adorou a idéia. Coitada. Nunca andou tanto na vida dela. A cara de cansada:

Quando o Chris acordou, eu resolvi ligar para a loja que oferecia a caça ao tesouro para perguntar até que hora eles estavam abertos. Até as 5 da tarde. Isso porque já eram 4:30... 


Demos adeus à idéia, deixamos a Maggie dormindo no hotel, e saímos sem rumo. De repente, vimos aquela ponte, e o Chris falou que queria passar por ela. Seguimos em frente então, e passamos. Simples, né?



Até que não dá pra ver o tanto que essa ponte é alta quando a gente está lá em cima. Impressionante...


Do outro lado da ponte fica Sullivan's Island. Depois de uma consulta rápida ao GPS, vimos que estávamos perto de uma praia, e resolvemos correr pra lá pra ver o pôr do sol. Chegamos bem na hora, mas como o estacionamento ficava um pouco afastado da praia, quando chegamos na beira da água o sol já tinha se posto. Tá certo isso? Se posto? Estranho...


Nós andamos um pouco pela praia {nem pensar em molhar os pés... água fria!} e eu aproveitei para tirar algumas fotos:




E sabe que de todas as atividades planejadas, essa parada espontânea na praia foi uma das melhores coisas que nós fizemos!!!


Paradinha estratégica para jantar, e de volta ao hotel. Maggie ficou feliz da vida quando a gente chegou. Mas eu acho que ela estava feliz da vida por ter ficado no hotel dormindo...


No dia seguinte, 10 horas de viagem de novo, e finalmente, lar doce lar. E ainda bem, porque Maggie já estava cansada de ficar dentro do carro:


Para ver as outras fotos da viagem, é só clicar aqui!